Atribuição
O site guarda de onde o visitante veio — a campanha e os identificadores de clique
dos anúncios — num cookie próprio, ns_attr, para que essa origem chegue até o
contato mesmo que o visitante navegue por várias páginas antes de clicar.
O que é guardado
| Campo | Vem de | Regra |
|---|---|---|
utm_source, utm_medium, utm_campaign, utm_term, utm_content | parâmetros da URL | primeiro toque |
gclid, gbraid, wbraid | parâmetros da URL (clique no Google Ads) | primeiro toque |
fbclid | parâmetro da URL (clique na Meta) | último valor |
_fbp, _fbc | cookies do Pixel da Meta | último valor |
página de origem (referrer) | o site de onde o visitante chegou | primeiro toque |
| página de entrada | a URL da primeira página vista | primeiro toque |
- Primeiro toque: vale o valor da primeira visita que o trouxe — a campanha que trouxe o visitante não é trocada pela navegação seguinte.
- Último valor: o mais recente substitui o anterior, porque a Meta renova os próprios cookies.
- Parâmetro presente e vazio (
?wbraid=) conta como ausente.
O cookie é first-party (do domínio do site), vale por 30 dias e o prazo recomeça a cada visita. Sem nenhum dado de origem, ele não é gravado.
Use UTMs nos links das campanhas. gclid/gbraid/wbraid e fbclid chegam
sozinhos quando a marcação automática das plataformas está ligada, mas são as UTMs
que dizem, em texto legível, de qual campanha veio o contato.
Para onde vai
Hoje a origem sai do navegador junto com o código de atendimento do WhatsApp (exige o Pixel da Meta cadastrado — ver Meta): no clique, o site registra na nonStop o código, o imóvel e a origem; quando a conversa é vinculada, o contato entra no CRM com essa origem.
Os eventos enviados direto às plataformas (click_whatsapp, ClickWhatsApp e
afins) não dependem deste cookie: cada plataforma atribui os próprios eventos pela
sua tag.